Na minha insignificante vida babo omeletes franceses para Olavo de Carvalho e Roger Scruton, alguns ovos para Luiz Felipe Pondé e um ovo para Leandro Karnal (quando ele define a inveja), para citar apenas alguns da alta “gastronomia” intelectual. Não é ser fã, coisa que nunca entendi, é sentir orgulho e humildade. Humildade em saber que quanto mais estudo, mais percebo o quanto me falta e orgulho em estar próximo de gente que sabe mais do que sei.

Nota adicionada a posteriori: Leandro Karnal revelou-se um canalha da pior espécie. Por algumas moedas ele se vendeu. Nada pior que gente ruim com alta capacidade cognitiva.

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  • O amador precisa do terno. O profissional não.
  • O feio precisa da maquiagem. O belo não.
  • O raso precisa mostrar seus títulos. O conhecedor não.
  • O pobre precisa do status. O rico não.
  • O imaturo precisa se passar por adulto. O adulto não.
  • O mau precisa mostrar que é do bem. O bom não.
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O desenvolvimento intelectual desbalanceado, no qual o acúmulo do conhecimento supera a força do caráter, é terreno fértil para a soberba e árido para a humildade.

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a) Modo profilático:

Release the nuke!

 

b) Modo “humanos permanecem na Terra”:

O capitalismo é imperfeito porque ele é o resultado caótico obtido ao se tentar organizar o caos advindo do nosso livre arbítrio. É orgânico enquanto a forma de existir. Ele não é uma ideologia planejada, mas a evolução natural da sociedade composta por nós, seres necessitados de referências para construir os pensamentos e dotados de alto teor de individualidade, acima da noção da coletividade.
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