Abril 2016

Bela

Pelo conjunto da obra e de acordo com a sociedade que o indivíduo pertence, ele é ou não é belo. Se a beleza é natural ou construída é irrelevante. Ser belo nunca é para si. Bonito ou feio são pontos de vista sob o mesmo referencial, portanto, somente faz sentido quando em comparação. Não existe o “quero ficar bonito para mim”. É sempre para o outro, ainda que seja no campo do imaginário.
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Dei uma passada rápida no futuro e trouxe notícias fast forward:

  • O impeachizza passou pela Câmara dos dePUTAdos e ficou travado no Senado. Conchavos e conluios depois, passou.
  • Os ascensoristas (desce!) da mandioca convenceram-na a provocar o estado de defesa, de mentirinha, para dar respaldo às ações criminosas dos mortadelas. Mas esqueceram de combinar com Aldof Rebab, que passava férias em Cuba. Deu em nada.
  • Don Molusconi continua no hotel-governo-paralelo traçando seus planos. Pink está lá, negociando emprestar o Cérebro em troca de um acelerador de partículas.
  • Fisiologistas entram em guerra fisiológica. É soro pra todo lado. Por fim, exaustos, caem na Rede, que ninguém é de ferro.
  • Marinancia discursa sobre a nova política: verde, sustentável e vegana. Os esquerdopatas, todos sustentabilizados pela nova Rede, aplaudem vigorosamente enquanto brindam com chá de ayahuasca. Nove Dedos a beija na testa. Ela chora.