Fevereiro 2016

O nazismo é uma ideologia assim como o comunismo e o fascismo são.

Ainda que cada uma delas se respalde em diferentes teorias e possa usar motivos diversos para a sua imposição, o intuito é o mesmo: seduzir a população para, assim, manipulá-la, objetivando o controle. Transformar pessoas em uma massa homogênea em que a identidade do indivíduo e seu livre arbítrio não ofereçam risco ao sistema.

Trecho da aula do dia 13 de Fevereiro de 2016 do COF (Curso Online de Filosofia). Por Olavo de Carvalho, transcrito por Carla Farinazzi.

Toda covardia é um egoísmo e uma falta de amor ao próximo. Se o sujeito é covarde, é porque ele está querendo se preservar em primeiríssimo lugar, ou seja: aconteça o que acontecer — pode cair o mundo —, ele tem de sair inteiro. A pergunta é: por que você e não o seu vizinho? [LER MAIS]

Por Mark Manson

Querido Brasil,

O Carnaval acabou. O “ano novo” finalmente vai começar e eu estou te deixando para voltar para o meu país.

Assim como vários outros gringos, eu também vim para cá pela primeira vez em busca de festas, lindas praias e garotas. O que eu não poderia imaginar é que eu passaria a maior parte dos 4 últimos anos dentro das suas fronteiras. Aprenderia muito sobre a sua cultura, sua língua, seus costumes e que, no final deste ano, eu me casaria com uma de suas garotas.

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Nosso país é tão socialista que dinheiro vira coisa ruim, se torna sinônimo de safadezas e de gente babaca. NÃO! Dinheiro é apenas dinheiro. Não significa nada além da possibilidade que ele dá a quem o tem de fazer uso dele. Nada mais que isso.

Dinheiro é bom e é natural, como parte responsiva do teu trabalho, dos teus investimentos, da tua sorte ou oriundo da tua família. Não é o fim nem o objetivo, mas a possibilidade de se transformar em algo palpável. E sim, como qualquer outra invenção humana, pode ser péssimo, podre e oriundo das mais nefastas práticas.

Era mesmo imbecilidade acreditar que o Brasil dos oligofrênicos despertaria. Ilógico, no mínimo. Mas, lógico tanto quanto esperar a demência do doente mental, é essa interfase que se avizinha.

Entre escolher a esquerda podre e essa suja pseudo direita, fico com a segunda. Porque é mais fácil caminhar no solo de fezes secas que no lamaçal de merda mole.

De antemão, já me posiciono como parte da futura oposição. Para os da velha situação sou coxinha, para os novos ocupantes serei olavette (dois tês me soa melhor, me lembra Olivetti, a máquina e o curso). Acho graça em ser taxado de coxinha e já sinto orgulho em ser pré-olavette. Nisso os esquerdopatas são mais eficazes, felizmente. Enaltecer é mais bacana que troçar.